Capacitação de primeiros socorros fortalece integração entre comunidade e forças de segurança no município.

O município de Eusébio sediou o encontro do Fórum de Integração Comunitária, iniciativa da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), por meio da Coordenadoria de Defesa Social (Codes), em parceria com as prefeituras municipais. O encontro aconteceu na tarde desta terça-feira (14/04), no auditório da Secretaria de Educação de Eusébio, e teve como objetivo o treinamento de suporte básico de vida com o Corpo de Bombeiros Militar do Ceará.
O momento contou com a presença do Subtenente Kleber, Corpo de Bombeiros; do Aspirante Sampaio, Cap. Hugo, Aspirante Alberto e Tenente Coronel Nunes. Representando o município, participaram do evento a secretária Municipal de Segurança Pública e Defesa Social, Rejane Sales, o coordenador da Guarda Civil Municipal de Eusébio, Rafael Costa, e o chefe de Gabinete, Túlio Studart.
Durante o encontro, representantes de comunidades, associações, escolas e membros da sociedade civil tiveram a oportunidade de assistir a uma palestra/treinamento sobre primeiros socorros, manobras de desengasgo, que integram a Lei Lucas. Realizado ao longo de todo o ano, por meio de encontros mensais, o fórum tem como propósito fortalecer o diálogo entre a população e os órgãos de segurança.
Lei Lucas
A Lei nº 13.722/2018, conhecida como Lei Lucas, torna obrigatória a capacitação em noções básicas de primeiros socorros para professores e funcionários de escolas públicas e privadas de educação básica e estabelecimentos de recreação infantil.
O treinamento tem como objetivo preparar os profissionais para agir em emergências como engasgos, quedas e paradas cardiorrespiratórias até a chegada de socorro especializado, garantindo um ambiente mais seguro para crianças e adolescentes. A capacitação é obrigatória para estabelecimentos de ensino de educação básica e recreação infantil, tanto públicos quanto privados.
A lei é uma homenagem a Lucas Begalli, um menino de 10 anos que faleceu em 2017 após engasgar-se com um cachorro-quente durante um passeio escolar, fato que motivou a luta por maior segurança escolar.