Falar sobre HPV ainda envolve dúvidas, vergonha e muitos mitos. Existe uma informação que precisa chegar a todas as famílias: o HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns e pode ser prevenido.O Papilomavírus Humano (HPV) é um vírus que pode infectar a pele e as mucosas. Existem mais de 200 tipos de HPV. Alguns podem provocar verrugas genitais, enquanto outros estão relacionados ao desenvolvimento de diferentes tipos de câncer, como o câncer do colo do útero, além de tumores que podem atingir regiões como ânus, pênis, boca e garganta. Por ser uma infecção muitas vezes silenciosa, não ter sintomas não significa que não exista infecção. Por isso, informação, vacinação e acompanhamento de saúde fazem parte de uma estratégia de prevenção que começa muito antes do surgimento de qualquer problema.HPV não é assunto só de mulherUm dos principais equívocos sobre o HPV é associá-lo exclusivamente à saúde feminina. Homens e mulheres podem adquirir e transmitir o vírus. Por isso, a prevenção precisa envolver toda a população.Outro ponto importante é que ter HPV não significa falta de cuidado ou que a pessoa tenha necessariamente vários parceiros. A transmissão ocorre principalmente por contato sexual, inclusive, contato pele com pele da região genital. Como o vírus pode não apresentar sinais visíveis, uma pessoa pode estar infectada sem saber. Esta característica reforça a importância de conversar sobre o tema de maneira aberta e sem preconceitos.A vacina é uma das principais formas de prevençãoA vacinação contra o HPV faz parte do Calendário Nacional de Vacinação do SUS. Atualmente, a vacina HPV4 é indicada de rotina para meninas e meninos de 9 a 14 anos, em dose única. Em caso de atraso, a vacinação deve ser realizada o quanto antes dentro da faixa etária indicada.Em 2026, o Ministério da Saúde também ampliou temporariamente a oportunidade de proteção: adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não foram vacinados na faixa etária recomendada ou não possuem registro da vacinação podem receber a vacina até 31 de dezembro de 2026, conforme a estratégia vigente. Por isso, pais, responsáveis, adolescentes e jovens devem conferir a caderneta de vacinação e procurar uma unidade de saúde caso haja dúvida sobre a situação vacinal.A vacina é uma forma de prevenção. Ela não trata uma infecção por HPV já existente, por isso a vacinação no período recomendado é tão importante.ServiçoVacinação contra o HPVA vacina está disponível gratuitamente pelo SUS, conforme as indicações do Calendário Nacional de Vacinação e as estratégias vigentes.Quem deve ficar atento:? Meninas e meninos de 9 a 14 anos: vacinação de rotina;? Adolescentes e jovens de 15 a 19 anos sem vacinação ou sem registro vacinal: estratégia de resgate disponível até 31 de dezembro de 2026, conforme orientação do Ministério da Saúde;? Pessoas pertencentes a grupos específicos também podem ter indicação da vacina, de acordo com as recomendações do SUS.Na dúvida sobre a vacinação, procure uma UBS no Eusébio e leve a caderneta de vacinação.
Falar sobre HPV ainda envolve dúvidas, vergonha e muitos mitos. Existe uma informação que precisa chegar a todas as famílias: o HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns e pode ser prevenido.
O Papilomavírus Humano (HPV) é um vírus que pode infectar a pele e as mucosas. Existem mais de 200 tipos de HPV. Alguns podem provocar verrugas genitais, enquanto outros estão relacionados ao desenvolvimento de diferentes tipos de câncer, como o câncer do colo do útero, além de tumores que podem atingir regiões como ânus, pênis, boca e garganta. Por ser uma infecção muitas vezes silenciosa, não ter sintomas não significa que não exista infecção. Por isso, informação, vacinação e acompanhamento de saúde fazem parte de uma estratégia de prevenção que começa muito antes do surgimento de qualquer problema.
HPV não é assunto só de mulher
Um dos principais equívocos sobre o HPV é associá-lo exclusivamente à saúde feminina. Homens e mulheres podem adquirir e transmitir o vírus. Por isso, a prevenção precisa envolver toda a população.
Outro ponto importante é que ter HPV não significa falta de cuidado ou que a pessoa tenha necessariamente vários parceiros. A transmissão ocorre principalmente por contato sexual, inclusive, contato pele com pele da região genital. Como o vírus pode não apresentar sinais visíveis, uma pessoa pode estar infectada sem saber. Esta característica reforça a importância de conversar sobre o tema de maneira aberta e sem preconceitos.
A vacina é uma das principais formas de prevenção
A vacinação contra o HPV faz parte do Calendário Nacional de Vacinação do SUS. Atualmente, a vacina HPV4 é indicada de rotina para meninas e meninos de 9 a 14 anos, em dose única. Em caso de atraso, a vacinação deve ser realizada o quanto antes dentro da faixa etária indicada.
Em 2026, o Ministério da Saúde também ampliou temporariamente a oportunidade de proteção: adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não foram vacinados na faixa etária recomendada ou não possuem registro da vacinação podem receber a vacina até 31 de dezembro de 2026, conforme a estratégia vigente. Por isso, pais, responsáveis, adolescentes e jovens devem conferir a caderneta de vacinação e procurar uma unidade de saúde caso haja dúvida sobre a situação vacinal.
A vacina é uma forma de prevenção. Ela não trata uma infecção por HPV já existente, por isso a vacinação no período recomendado é tão importante.
Serviço
Vacinação contra o HPV
A vacina está disponível gratuitamente pelo SUS, conforme as indicações do Calendário Nacional de Vacinação e as estratégias vigentes.
Quem deve ficar atento:
? Meninas e meninos de 9 a 14 anos: vacinação de rotina;
? Adolescentes e jovens de 15 a 19 anos sem vacinação ou sem registro vacinal: estratégia de resgate disponível até 31 de dezembro de 2026, conforme orientação do Ministério da Saúde;
? Pessoas pertencentes a grupos específicos também podem ter indicação da vacina, de acordo com as recomendações do SUS.
Na dúvida sobre a vacinação, procure uma UBS no Eusébio e leve a caderneta de vacinação.